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Quem escreve

Sou Rafa Trotamundos, 31 anos, gaúcho radicado em Santa Catarina, viajante entusiasta, poliglota, fotógrafo e leitor voraz. Economista com delírios de historiador ou geógrafo. Percorri vinte e cinco países e todas regiões do Brasil nos últimos doze anos.

Já plantei algumas árvores, mas não tenho pretensões de ter um filho no momento. O livro deve vir antes. E o blog da Expedição Trotaméricas talvez seja um ensaio…

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Alguns momentos de viajante: participando de um casamento vietnamita, interagindo com crianças hmong e posando pra foto com um amigo cubano.

Nessa página e nas redes sociais da Expedição Trotaméricas contarei um pouco do dia a dia dessa aventura de 14 meses por todos os países continentais das Américas do Sul, Central e do Norte!

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Alguns dados sobre mim

Nascimento: 22 de fevereiro de 1985 (pisciano).

Naturalidade: Caxias do Sul, RS, segunda maior cidade do estado, conhecida por ser a terra da Festa da Uva.

Alma mater: Universidade Federal de Santa Catarina (Ciências Econômicas).

Idiomas estrangeiros: Português, Inglês, Espanhol, Alemão e Francês.

Paixões: viajar para lugares incomuns, pedalar, fotografar, cozinhar, aprender idiomas e brincar com a sobrinha Isa.

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Minhas duas belas irmãs, Tati e Lili, e minha sobrinha Isa, lindeza do tio!

Time do coração: Sport Club Internacional.

Lugar preferido no mundo: o assento de janela de um ônibus viajando pra qualquer lugar.

Maior sonho: conhecer todos os países do mundo.

Inspirações: o poeta chileno Pablo Neruda, o navegador e expedicionário brasileiro Amyr Klink e Fernando Lúcio da Costa, o ex-jogador de futebol Fernandão que sempre foi um verdadeiro campeão e exemplo de caráter, dentro e fora dos gramados.

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Breve histórico mochileiro

Bom, agora que você já sabe um monte de coisa que não faz a menor diferença na sua vida, aqui vai um breve histórico da minha vida de viajante.

Pulando toda a parte que importa ainda menos, Vamos direto aos 18 anos, pois foi então que deixei o “porto seguro” da casa dos pais, pedi demissão do estúdio fotográfico em que trabalhava (e que foi um grande aprendizado na minha vida. Obrigado, Severino Schiavo!) e parti para descobrir o mundão fora da caixinha.

Minha primeira experiência de viajante foi a realização de um programa de Au Pair na cidade alemã de Korntal-Münchingen, sul da Alemanha. Foram seis meses incríveis vivendo e trabalhando na casa de uma família sardo-alemã, período no qual aprendi não apenas a limpar a bunda de uma criança de três anos de idade, mas também a ouvi-la reclamar que ainda está suja, conferir, perceber que está limpa sim, sempre esteve, e que a criança de três anos de idade está trollando um marmanjo de dezoito. onde aprendi um novo idioma e a me virar sozinho no exterior (importante, caso você queira ser um mochileiro).

Foi um semestre no qual pude amadurecer rapidamente, pois subitamente me encontrei num mundo completamente diferente de tudo que eu conhecera até então, e eu precisava sobreviver (e viajar, claro!) com um salário de 200 euros (acomodação e alimentação em casa estavam incluídas). Eu negociava as horas de baby-sitting com a família, privilegiando sempre trabalhar na sexta à noite e folgar sábado. Assim, podia viajar quase todos os finais de semana. Sempre em “economia de guerra”, pegava caronas e usava os trens regionais à exaustão (muito mais baratos que os trens nacionais). Dessa forma conheci partes da Áustria, Eslováquia, Espanha, França, Itália e República Tcheca, além de diversas cidades alemãs.

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Quando retornei ao Brasil, não voltei a morar com meus pais. Eu tinha sido aprovado no vestibular da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e para Florianópolis me mudei. Durante os primeiros 3 anos do curso de Ciências Econômicas, pouco viajei. Estava mais preocupado em “sobreviver”. O perrengue era permanente. Trabalhei em dois restaurantes como faxineiro e garçom e fiz estágio em um escritório de administração antes de conseguir um emprego que me possibilitasse juntar dinheiro para viajar.

Comecei com algumas viagens bem baratas. Conheci o sul da Bahia (Costa do Cacau) durante um congresso de estudantes, aproveitando o transporte e acomodação gratuitos. No mesmo ano, fui com dois amigos a Buenos Aires, de ônibus, e ficamos na casa dos amigos de um deles.

Nessa época eu ainda conhecia pouca gente de outras cidades, e não era tão simples aproveitar uma promoção aérea e se jogar.

Em 2009, porém, quando Cuba celebrava os 50 anos de sua Revolução, participei de uma Brigada de Trabalho Voluntário na ilha caribenha e conheci muitos irmãos latino-americanos. Foi um ponto de inflexão na minha vida de mochileiro. Agora eu tinha contatos em diversos países da América Latina. Tudo mudava!

A paixão virou vício. Passei a ficar sempre atento às promoções aéreas. Visitei amigos brigadistas no Uruguai, Argentina e Chile. Quando não tinha conhecidos, recorria ao CouchSurfing e acabava ganhando novos amigos!

Assim, o universo mochileiro se expandiu para mim.

Conheci as cidades históricas de Minas Gerais (Tiradentes, São João del-Rei, Ouro Preto e Mariana), o Rio de Janeiro e o belo litoral sul fluminense (Costa Verde e Ilha Grande), a selva de pedra de São Paulo e a charmosa Santos, a inigualável arquitetura de Brasília e a apaixonante Chapada dos Veadeiros. Retornei à Bahia, ainda outras duas vezes, para conhecer a histórica Salvador e a fantástica Chapada Diamantina (onde até trabalhei como guia, por um curto período de tempo). Naveguei de balsa na Amazônia, em uma das experiências mais reveladoras da minha vida de viajante, e percorri de carro as areias do Ceará, entre Fortaleza e Jericoacoara. De carro também, fiz outra viagem inesquecível pelo litoral nordestino, abrangendo Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Mergulhei e me apaixonei em Fernando de Noronha.

Fora do país, fui a lugares que nunca imaginei chegar, como os Emirados Árabes Unidos e a Ilha de Páscoa, e realizei sonhos antigos, como Bolívia, ColômbiaTurquia, China e o Sudeste Asiático (Camboja, Indonésia, Laos, Malásia, Singapura, Tailândia e Vietnã).

Confira fotos de algumas viagens minhas no link Outras aventuras ou navegando no menu esquerdo.

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Outras curiosidades inúteis

22 de fevereiro, meu dia de nascimento, marcou a vida de alguns personagens históricos que admiro: neste dia também nasceram George Washington (1732, Westmoreland County), Arthur Schopenhauer (1788, Danzig) e Luis Buñuel (1900, Calanda) e morreram Américo Vespúcio (1512, em Sevilha, acometido pela malária) e Sophie Scholl (1943, em Munique, assassinada pelos nazistas).


Meus livros preferidos são “1984” e “A Revolução dos Bichos”, ambos de George Orwell; “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley; e “O Pequeno Príncipe”, de Saint-Exupéry.


Gosto de aprender idiomas através de músicas. O mais recente idioma que estudei foi o francês, e isso me aproximou muito da cultura musical francesa. Nesse período escutei muito Carla BruniCharles AznavourÉdith PiafFrançoise Hardy, Tryo e Zaz.


Sou apaixonado pela música latino-americana. Escuto de tudo, desde canto popular uruguaio até reggaeton porto-riquenho cumbia argentina salsa cubana. Cantores e grupos preferidos: Alfredo ZitarrosaBuena Vista Social ClubCarlos VivesCuatro Pesos de PropinaOrishas e Silvio Rodrigues.


Em 2006, o Inter foi campeão da Libertadores da América. Como bom Colorado, eu estava no Beira-Rio na final contra o São Paulo. Alguns meses depois, assisti pela TV o Mundial, que ocorreu no Japão. Nesta ocasião, o Colorado bateu o Barcelona que não era apenas um timaço, mas um dos maiores times da história desse timaço. Bom, jogavam juntos nada menos que Ronaldinho Gaúcho, Deco, Puyol, Valdés, Iniesta e Zambrotta. E o Inter ganhou, sim! E fomos Campeões do Mundo, um feito inédito. Sim!

Aí em 2010, o Inter foi bi-campeão da América e eu novamente estava no Gigante da Beira-Rio apoiando o time. Desta feita, porém, senti que não podia perder a oportunidade de ver presencialmente o Mundial, que aconteceria em Abu Dhabi. Não tive dúvidas: vendi minha moto (o único “patrimônio” que tinha) e viajei para os Emirados Árabes Unidos. O resultado foi um fiasco histórico. O Colorado perdeu na semi-final para o Mazembe, literalmente a zebra africana da competição.

Moral da história: na próxima final de Libertadores, estarei lá para garantir o Tri, mas se eu pensar em viajar para o Mundial, por favor, alguém me impeça (exceto se você for gremista, nesse caso, compre minha passagem!).


Sei tocar no violão qualquer música de ritmo pop rock que só tenha C, D, G, Am e Em. Pensa num talento (#sqn)!


Países que já visitei

25 países visitados até o início da Expedição Trotaméricas. Faltam 168!

Em ordem alfabética: Alemanha, Argentina, Áustria, Bolívia, Brasil (Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco e Fernando de Noronha, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo), Camboja, Cingapura, Chile, China, Colômbia, Cuba, Emirados Árabes Unidos, Eslováquia, Espanha, França, Indonésia, Itália, Laos, Malásia, Paraguai, República Tcheca, Tailândia, Turquia, Uruguai, e Vietnã.