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Como é mergulhar em Fernando de Noronha

Primeiramente, preciso dizer que mergulhar em Noronha foi uma das coisas mais fantásticas que já fiz na vida. Eu já havia nadado com arraias no Caribe. Já tinha dado de cara com tartarugas em diversos lugares do mundo. Na Indonésia, vi enormes cardumes de peixes coloridos e algumas moréias. Agora, ver tudo isso no mesmo mergulho, e ainda ser acompanhado por golfinhos no caminho, só mesmo em Fernando de Noronha.

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Em menos de 24 horas, o primeiro perrengue

Hoje dá até pra rir da situação, mas à época não foi nada engraçado.

No dia 19 de novembro de 2016, quando mal havíamos cruzado a primeira fronteira, nosso amigo de quatro rodas decidiu nos deixar na mão.

Isso mesmo: o Papa-Léguas (ou talvez Coiote seja mais apropriado) enguiçou pela primeira vez com menos de 24 horas fora do Brasil. Havíamos iniciado a viagem de carro apenas 1.093 km antes, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul.

Parecia pegadinha do Mallandro…

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Diário de bordo #003

Chuí, Rio Grande do Sul, Brasil – Acordamos com o Sol e uma bela paisagem que, na noite anterior, ficara escondida na escuridão. Foi uma sensação muito legal a de tomar café escutando pássaros, tomar banho cercado de árvores e começar o passeio do dia como que se adapta aos poucos a uma nova rotina.

Pela manhã, visitamos a praia de Barra do Chuí, que de certa forma é também o finalzinho da riograndina Praia do Cassino. Ali estão os molhes do Arroio Chuí, o farol e, a apenas alguns metros de distância, a República Oriental do Uruguai.

Aqui, Brasil. Ali, Uruguai!
Aqui, Brasil. Ali, Uruguai!

Antes de carimbar o passaporte no país da Celeste Olímpica, providenciamos a Carta Verde – documento obrigatório para quem viaja de carro entre os países do Mercosul – e abastecemos o Papa-Léguas mais um vez, para evitar custo elevado dos combustíveis do lado de lá da fronteira.

Depois de cruzar a fronteira, visitamos o Forte de Santa Teresa e as praias de Punta del Diablo e La Pedrera. E no final de tarde chegamos em La Paloma para o primeiro grande perrengue da Viagem! Leia mais aqui!

Com os 187 km de hoje, já são 1.093 de aventura!

Diário de Bordo #002

Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil – Na terra da Fenadoce tivemos a primeira noite na estrada, na casa do querido Tio Ariosto. Lembramos do dia anterior, quando estávamos tão empolgados com tudo, tirando fotos até em pedágio. O Tim, que é mais experiente em viagens rodoviárias, comentou: “Olha, muita coisa que estamos fazendo agora, vamos acabar deixando de lado depois.”. O tempo provaria que ele tinha razão.

Pela manhã, fizemos um recorrido a pé pelo charmoso centro histórico e pela orla da praia do Laranjal, talvez o mais importante balneário de toda imensa Lagoa dos Patos. Seguimos viagem um pouco antes do almoço, rumo a Rio Grande.


Lá passeamos rapidamente pelo trecho central da Praia do Cassino, considerada a mais extensa do mundo, e pegamos a estrada novamente até o extremo sul do Brasil, onde pernoitaríamos.


Destaque para a belíssima Reserva do Taim, que é cortada pela rodovia. Um cenário de rara beleza!


397 km de direção hoje. Segue viagem!

Diário de Bordo #001

Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil – Chegou o grande momento. Ontem, a bordo do Papa-Léguas, a Land Rover Defender 110 do amigo Tim Campos, partimos de Caxias do Sul rumo à Pelotas, passando por Pedro Osório no caminho. Na programação apenas despedidas familiares.

Foram 509 km rodados nesta jornada inaugural. E como eles trouxeram alívio! Finalmente colocar os pés na estrada depois de tantos meses de espera acaba com uma tremenda agonia.

Vamos em frente!

Organização para cair na estrada: como a Expedição Trotaméricas se tornou realidade

Desde que a Expedição Trotaméricas veio à tona, muita gente me questionou sobre Planejamento e Custos. Esse post é justamente para ajudar um pouco quem está com o sonho na gaveta, esperando um empurrãozinho. Bora lá?! Continue lendo Organização para cair na estrada: como a Expedição Trotaméricas se tornou realidade

Encerra-se um ciclo, inicia-se outro…

Em fevereiro de 2015, quando eu retornava de uma das experiências mais transformadoras da minha vida (sim, uma viagem), decidi que era momento de viver um tempo mais perto da natureza. Na época, bastante desgastado com o caos e agito da urbe, resolvi me mudar para uma região de rios e vales, próxima 25 km do centro de Joinville, Santa Catarina. Nesse pedacinho de paraíso chamado Quiriri, vivi uma espécie de período eremita, isolado por opção. Continue lendo Encerra-se um ciclo, inicia-se outro…