Todos os posts de Rafa Trotamundos

Frostbites

Passava um filme em minha mente enquanto eu perdia uma a uma as vinte e uma gramas atribuídas à alma. Cenas entrecortadas das aventuras vividas, perrengues e risadas, corações partidos e amor de família. Faz sentindo, pensei. Antes de ir embora, um presente de despedida resumindo todos aqueles vídeos que jamais editei e também aqueles que nunca foram registrados. Ao menos viver valeu a pena.

Surgiu, então, a imagem deste amanhecer e tudo se deteve por um breve instante antes de recomeçar em câmera lenta. Diante de meus olhos, meu último crepúsculo tinha a cor púrpura no horizonte. Que paradoxo… é quase bonito morrer assim.

Senti uma paz profunda enquanto meu corpo congelado jazia dentro da barraca. O frio que me matara já não importava mais. Agora nada mais importava senão a beleza do infinito.

Como mágica, o púrpura fez-se rosado que fez-se alaranjado e sobre ele um azul claro e depois escuro. Era a coisa mais linda que eu já havia visto. Quase sem vínculo com a matéria, arrepiei a alma, olhei para o lado e encontrei a silhueta negra da Pedra Branca do Araraquara.

Sim, eu sei onde estou! Eu lembro, acampei aqui ontem à noite!

Examinei minhas mãos para confirmar o que eu já supunha. Eu havia morrido de hipotermia. As pontas negras dos dedos denunciavam o estágio irreversível de necrose. Maldito seja o destino, eu não devia partir tão cedo. Como pude permitir isso! Meu amor pela altitude interrompido sem um Aconcágua, sem um Kilimanjaro, sem nem chegar perto do Everest. Maldita seja esta injustiça e a ironia de já não ser justamente no lugar mais bonito. Eu me recuso a aceitar esta morte patética. Eu me nego a morrer.

Na película da minha vida, em questão de poucos quadros todo meu deslumbramento transformou-se em uma revolta sem tamanho. Urrei com as esquálidas forças que ainda tinha para não sucumbir por uma causa tão idiota. Existe alguém aí? Devolva-me a vida! Eu ainda tenho muito o que fazer por aqui. Por favor, não posso ir-me agora.

Restavam poucas gramas. A alma se separava definitivamente do corpo quando subitamente acordei. Toquei o rosto com ambas as mãos de mornas para frias. O que está acontecendo? Liguei a lanterna e para meu alívio não havia sinal algum de necrose. Estava frio, mas um frio suportável como tantos outros que eu já havia enfrentado.

Tudo não passava de um terrível pesadelo de congelamento. Um sonho ruim e nada mais. Que alívio… acho que sequer amanheceu.

Desliguei a lanterna, abri a barraca para conferir o céu, esfreguei os olhos. Fechei e tornei a abrir a barraca e os olhos. Incrédulo, dei um tapa no rosto e ri sem entender que sorte de delírio eu havia experimentado.

No horizonte infinito.

Diante dos meus olhos vivos.

Como um filme em câmera lenta.

O mesmo cenário do sonho…

 

Déjà vu

Nota 1: este conto foi inspirado em um acampamento frio no cume da Pedra da Divisa, Garuva, Santa Catarina. Na ocasião, junho de 2018, a temperatura provavelmente chegou muito próxima de zero grau.

Nota 2: Compartilhamentos nas redes sociais serão sempre bem-vindos (use os botões abaixo para Facebook, Twitter, Google+ ou para enviar por e-mail para algum amigo montanhista). Não reproduza parte ou totalidade desta página sem citar a fonte. Muito obrigado por chegar até aqui! <3

Dicas para encontrar o melhor seguro viagem para o Peru

Apesar de não ser obrigatório, possuir um seguro viagem para uma viagem ao Peru é mais que recomendado.

A mudança na alimentação, as diferenças climáticas e até mesmo a qualidade da água podem fazer mal ao turista durante a estadia no país vizinho. Além do mais, nas regiões altas do Peru há o chamado mal de altitude, que pode causar desconforto no primeiro dia de aclimatação.

A contratação de um seguro viagem também é muito importante na hora de praticar atividades físicas durante a viagem, como no caso da Expedição Trotaméricas Huayhuash.

Para oferecer uma opção satisfatória dentro do perfil outdoor de nossos clientes, a Trotaméricas fez uma parceria com o maior buscador de seguros do Brasil: o Seguros Promo. Continue lendo Dicas para encontrar o melhor seguro viagem para o Peru

Check-list: o que levar para a travessia da Cordilheira Huayhuash

Salve, salve, amizade!

Este ano embarcaremos novamente para o Peru com o objetivo de cruzar os 153 km da cinematográfica Cordilheira Huayhuash. Como a travessia durará 10 dias, é importante preparar a mochila com a ajuda de um check-list, para não deixar nada para trás.

E se você não tem algum dos itens abaixo, sem problemas!

Visite o site da Treme Terra, encha o carrinho e, antes de finalizar a compra, insira o cupom promocional TROTA30 no campo respectivo para receber 30% de desconto + frete grátis!

Então, sem mais delongas, vamos para a lista comentada!

Para dúvidas, estamos disponíveis no Whatsapp +554792271001

Check-list para travessia
da Cordilheira Huayhuash

Vestuário*:

  • 3 camisetas de manga curta
  • 1 camiseta de manga longa
  • 1 casaco fleece ou moletom
  • 1 anoraque ou capa de chuva resistente
  • 1 jaqueta de frio (poderá ser alugada em Huaraz)
  • 1 par de luvas
  • 1 calças para caminhada ou calça-bermuda com zíper
  • 1 calça fleece
  • 1 cinto (opcional, algumas calças dispensam este item como acessório)
  • 1 bermuda leve ou shorts
  • 5 cuecas ou pares de lingerie

* Preferência por materiais sintéticos de secagem rápida.

Cabeça:

Pés:

  • 1 par de botas ou tênis de caminhada em trilha previamente amaciados
  • 1 par de tênis leves que possam substituir as botas em uma emergência
  • 1 par de chinelos (opcional)
  • 2 ou 3 pares de meias para trekking (sem algodão)
  • 2 pares de meias adicionais

Hidratação:

  • 1 garrafa plástica de 1.500 ml ou mochila de hidratação
  • pastilhas purificadoras de água (opcional, a água de degelo dos glaciares é extremamente pura, mas algumas pessoas preferem saneá-la com cloro)

Dormir:

* Ter roupas limpas e secas para dormir aumenta muitíssimo a qualidade do sono. As temperaturas chegam a 0 graus centígrados à noite.

Higiene / Cuidados pessoais:

  • 1 escova de dente, creme dental e fio dental
  • 1 tubo de 100 ml de sabonete líquido.
  • 1 tubo de 100 ml de álcool gel
  • 1 desodorante
  • 1 rolo de papel higiênico envolto em sacola plástica
  • 1 pacote de toalhas umedecidas
  • protetor solar
  • protetor labial (para quem tem tendência a ressecar os lábios)
  • repelente contra insetos
  • medicamentos de uso contínuo (quando necessário)

Documentos:

  • RG ou Passaporte válido (atenção: CNH não é documento de viagem!)
  • Certificado de Vacinação contra Febre Amarela (atualmente não é exigido, porém a legislação peruana pode mudar até setembro)
  • Passagens impressas ou salvas no celular
  • Dinheiro em espécie
  • Cartão de crédito internacional desbloqueado (opcional)
  • Cartão de crédito pré-pago estilo Visa Travel Money (opcional)

Outros itens:

  • 1 mochila cargueira de até 65 litros (será transportada por burros)
  • 1 mochila pequena ou de ataque de até 30 litros (será carregada pelo participante com seus itens de uso diário)
  • 2 bastões de caminhada  (item importantíssimo, pode ser alugado em Huaraz ou substituído por um cajado improvisado)
  • câmera fotográfica e/ou celular, carregadores correspondentes e material para protegê-los de água (opcional, porém altamente recomendado)
  • 1 saco plástico grosso com volume suficiente para embalar toda sua roupa e que sobre espaço para fechar
  • 1 saco plástico grosso com volume suficiente para embalar seu saco de dormir e que sobre espaço para fechar

 

E aí, já confirmou sua participação?!

Travessia Cordilheira Huayhuash – Últimas vagas

Travessia da Cordilheira Huayhuash

 

GRUPO 1 – 14 a 26 de setembro

ou

GRUPO 2 – 01 a 13 de outubro

Últimas vagas!

Huaraz – Ancash – Peru

 

logo-semtexto-50px

Operador de aventura: Franpisco Adventure, Huaraz
Organizador no Brasil: Rafa Trotamundos, Joinville

 

Tipo de expedição: trekking em altitude (de 4.100 a 5.300 msnm)

Duração: 10 dias + 2 dias de aclimatação

Distância: 153 km + atividade de aclimatação de cortesia

Dificuldade: moderada, desejável condicionamento físico, sem necessidade de equipamento técnico

Número de participantes: máximo de 12

Relevância: considerada uma das mais belas travessias a pé do mundo; ótimo circuito para iniciação nos esportes de altitude; avistamento de diversa fauna andina, belos nevados e lagunas; e oportunidade de degustar in loco uma das melhores gastronomias do planeta.

Programação

 

Dia 01 – São Paulo – Lima – Huaraz*

Deslocamento aéreo até Lima e translado rodoviário até a cidade de Huaraz. Viagem em ônibus noturno da Cruz del Sur (maior conforto), com chegada pela manhã ao destino.

*O deslocamento poderá ser realizado em grupo, mediante interesse e conveniência, ou a cidade de Huaraz poderá ser definida como o ponto de encontro inicial, para quem já estiver em viagem pelo Peru.

 

Dia 02 – Laguna Churup (atividade de aclimatação)

Nosso guia-líder Francisco Mayhuay nos recepcionará no terminal para translado até o hotel. Faremos check-in antecipado para algumas horas de descanso. À tarde, dependendo da disposição de cada integrante, realizaremos uma caminhada de aclimatação até a Laguna Churup (4.450 msnm). A atividade é uma cortesia e tem os objetivos principais de integrar o grupo e amenizar os efeitos da altitude durante os primeiros dias da travessia. É importante que neste dia não se cometam exageros com alimentação e ingestão de bebidas alcoolicas, independentemente de experiência prévia em altitude. Seguindo as orientações de bem-estar, todos terão uma noite tranquila e acordarão dispostos na manhã seguinte. Pernoite em hotel, a 3.052 msnm.

Laguna Churup: atividade de aclimatação gratuita para os participantes da travessia. Créditos: Júlio César Petrini.
Laguna Churup: atividade de aclimatação gratuita para os participantes da travessia. Créditos: Júlio César Petrini.

 

Dia 03 – Huaraz – Chiquian – Llamac – Cuartelwain

Traslado até Cuartelwain com paradas para visitação nos povoados de Chiquian e Llamac. Neste dia não há atividade física, pois ainda estaremos cautelosos e atentos aos efeitos da altitude em cada participante. A aclimatação se encerrará durante a noite. Chegaremos cedo até o acampamento para jantar e organizar os equipamentos que serão transportados em burros no dia seguinte. Pernoite em barracas, a 4.170 msnm.

 

Dia 04 – Cuartelwain – Paso Qaqanan – Laguna Mitucocha

Após o café da manhã, iniciaremos o primeiro dia de travessia com o corpo descansado e a moral em alta. O primeiro desafio é uma subida de 2 horas e meia e 580 metros de elevação até o Paso Qaqanan (4.750 msnm). Almoço no trajeto. Após descansar e admirar as Lagunas Pucacocha e Yanacocha do alto, desceremos o lado oriental da Cordilheira Huayhuash e caminharemos 2 horas até o acampamento às margens da Laguna Mitucocha. Para premiar o esforço, jantaremos com vista para os Nevados Ninashanca, Jirishanca e Rondoy. Pernoite em barracas a 4.230 msnm.

 

Dia 05 – Laguna Mitucocha – Paso Carhuac – Laguna Carhuacocha

Após o café da manhã, iniciaremos o trajeto de 2 horas e meia rumo ao Paso Carhuac (4.600 msnm). Neste ponto, apreciaremos a vista dos Nevados Yerupaja, Siula Grande e El Toro do alto. Depois de descansar e tirar muitas fotos, iniciamos descenso de 2 horas até a Laguna Carhuacocha onde curtiremos o fim de tarde com um panorama esplendoroso. Almoço no trajeto, jantar no acampamento. Pernoite em barracas, a 4.138 msnm.

Entardecer na Laguna Carhuacohca. Créditos: Jack Brauer.
Entardecer na Laguna Carhuacohca. Créditos: Jack Brauer.

 

Dia 06 – Laguna Carhuacocha – Paso Siula – Huayhuash

É o dia mais duro da travessia. Acordaremos mais cedo que os dias anteriores e, depois do café da manhã, seguiremos até o Paso Siula (4.834 msnm) durante aproximadamente 4 horas. No caminho avistaremos as Lagunas Qanrajancacocha, Siulacocha e Quesillococha que formam um cenário de outro mundo, cada uma com uma tonalidade diferente. A descida desta vez durará 3 horas e permitirá avistar os Nevados Carnicero (5.960 msnm), Jurao (5.600) e Trapecio (5.644 msnm). Almoço no trajeto, jantar no acampamento. Pernoite em barracas, a 4.330 msnm.

 

Dia 07 – Huayhuash – Paso Portachuelo – Laguna Viconga

A caminhada será longa, mas oferecerá uma recompensa inesquecível. O dia começa com o já costumeiro café da manhã, seguido de uma caminhada ascendente de 2 horas até o Paso Portachuelo (4.750 msnm) – limite das cordilheiras Huayhuash e Raura -, continuando com descenso de 2 horas até a Laguna Viconga. O destaque desta vez ficará por conta de um banho de águas termais e chá de coca a apenas 15 minutos do acampamento onde passaremos a noite. Almoço no trajeto, jantar no acampamento.  Pernoite em barracas, a 4.407 msnm.

 

Dia 08 – Laguna Viconga – Paso Cuyoc – Cuyocpampa

Começamos o dia com o tradicional café no acampamento e, depois de organizarmos os pertences, iniciaremos a jornada. Ao final da subida de 3 horas até o Paso Cuyoc (5.000 msnm) seremos presenteados com uma bela vista panorâmica das Cordilheiras Raura e Huayhuash. A descida até o acampamento durará 2 horas. Almoço no trajeto, jantar no acampamento. Pernoite em barracas, a 4.600 msnm.

 

Dia 09 – Cuyocpampa – Paso San Antonio – Povoado de Huayllapa

Neste dia, depois do café da manhã, cruzaremos o Paso San Antonio (5.200 msnm), o mais elevado de toda travessia. Lá poderemos avistar um cenário mágico compreendendo os Nevados Yerupajá, Siula Grande, Juraro e Carnicero e as Laguna Jurao e Siulacocha. A subida é de 3 a 4 horas e a descida de 3 horas. À tarde, chegaremos ao povoado de Huayllapa, o único a ser visitado durante todo trajeto a pé. Para quem estiver com saudades de uma cervejinha, será o momento de relaxar e recuperar energias para encarar os últimos 3 dias de travessia. Almoço no trajeto, jantar no acampamento montado próximo do povoado. Pernoite em barracas, a 3.630 msnm.

 

Dia 10 – Povoado de Huayllapa – Paso Tapush – Angushcancha

Café da manhã em Huayllapa e caminhada de 5 horas até o Paso Tapush (4.850 msnm), onde observaremos o famoso Nevado Diablo Mudo (5.350 msnm). A descida até o acampamento Angushcancha dura 2 horas. Este acampamento também é usado por alpinistas que vão e retornam do pico Diablo Mudo. Almoço no trajeto, jantar no acampamento. Pernoite em barracas, a 4.320 msnm.

 

Dia 11 – Angushcancha – Paso Yaucha – Laguna Jahuacocha

Dia de realizar a penúltima travessia de passo e avistar a segunda montanha mais alta do Peru: Yerupaja (6.634 msnm). Também poderemos admirar outras faces dos nevados que vimos no dia 05. Após o café da manhã, serão 5 horas entre subida e descida pela Quebrada Huacrish até a Laguna Jahuacocha. Almoço no trajeto, jantar no acampamento.  Pernoite em barracas, a 4.070 msnm.

 

Dia 12 – Laguna Jahuacocha – Paso Pampa Llamac – Llamac – Huaraz

Derradeiro dia desta fantástica travessia. Serão 2 horas e meia até o último mirador: Paso Pampa Lllamac (4.300 msnm). Dali serão 2 horas e cerca de 1.000 m de descida até Llamac, onde embarcaremos para Huaraz. À noite, todo mundo descansado e de banho tomado (aleluia!), iremos conhecer a noite huaracina e fazer uma animada Confraternização Final. Hora de tomar aquele tão merecido Pisco Sour – a “caipirinha peruana” – e se deliciar com algumas das maravilhas da gastronomia peruana como Ceviche, Lomo Saltado, Ají de Gallina, Rocoto Relleno, Papa a la Huancaína, entre outros. Neste dia, apenas o café da manhã está incluído. Pernoite em hotel, a 3.052 msnm.

 

Dia 13 – Despedida

Dia de se despedir dos amigos aventureiros (a esta altura, já serão irmão de vida). Quem desejar prolongar sua estadia no Peru receberá assessoria gratuita para elaboração de um roteiro personalizado e ajuda para contratação de outros atividades em Huaraz. Os demais poderão retornar à Lima em grupo para embarcar de volta ao Brasil.

Incluído no pacote:

  • Duas noites de hospedagem na cidade de Huaraz
  • Translado Terminal – Hotel – Terminal
  • Transporte de ida de Huaraz a Cuartelwain
  • Transporte de retorno de Llamac a Huaraz
  • Ingressos às Quebradas de Huayhuash (pedágios comunitários que variam entre 150 e 200 reais por pessoa para toda travessia)
  • Todas refeições durante a travessia
  • Chá de coca (excelente remédio natural contra o soroche, mal de altitude)
  • Guia nativo com 22 anos de experiência
  • Guia auxiliar (para grupos acima de 6)
  • Cozinheiro especializado em travessias de altitude
  • Ajudante de cozinha (para grupos acima de 6 integrantes)
  • Tropeiro e burros para transporte dos equipamentos
  • Cavalo de emergência (para grupos acima de 6 integrantes)
  • Tradução para o português de todas orientações e explicações
  • Barracas para pernoite (2 pessoas por barraca)
  • Barraca-cozinha
  • Barraca-refeitório
  • Barraca-banheiro
  • Todo equipamento de cozinha
  • Equipamento de primeiros socorros
  • Isolante térmico (colchonete)
  • Assessoria para elaboração de roteiro pós-travessia
  • Orientação para contratação de tours adicionais em Huaraz

Não incluído no pacote:

  • Deslocamento São Paulo – Lima – São Paulo (despesa estimada entre 1.300 e 1.500 reais)
  • Deslocamento Lima – Huaraz – Lima (despesa estimada em 120 reais)
  • Saco de dormir (despesa estimada em 150 reais)
  • Equipamentos de uso pessoal como vestuário, lanternas e itens de asseio
  • Alimentação nas cidades
  • Seguro de viagem

Para informações de preço
e formas de pagamento,
escreva-me uma mensagem:

contato@trotamericas.com

Whatsapp: +554792271001

Instagram: @rafatrotamundos + @trotamericas

Francisco Mayhuay e Rafa Trotamundos, no pico do Nevado Mateo (5.150 msnm), próximo a Huaraz. Arquivo pessoal.
Francisco Mayhuay e Rafa Trotamundos, no pico do Nevado Mateo (5.150 msnm), próximo a Huaraz. Arquivo pessoal.

Quem é Francisco Mayhuay?

Andinista desde a infância, Fracisco trabalha na indústria de aventura desde 1996. Nascido em família humilde, iniciou sua vida laboral na função de tropeiro (encarregado de levar os animais de carga em expedições de montanha), mas logo demonstrou interesse em aprender técnicas de montanha, primeiros socorros, atenção ao cliente e cozinha para acampamento. Profundo conhecedor da cultura ancashina e peruana, tornou-se guia de turismo quando Huaraz ainda era uma cidade conhecida apenas por montanhistas profissionais. Fez muitos amigos ao redor do mundo e, depois de 18 anos trabalhando para agências locais, adquiriu experiência suficiente para iniciar sua própria empresa especializada em trekkings personalizados nas Cordilheiras Branca e Huayhuash: a Franpisco Adventure.

Quem é Rafa Trotamundos?

Economista de formação e mochileiro por convicção, é aventureiro com experiência de travessias em 38 países de 4 continentes. Idealizador do projeto Trotaméricas, recentemente pedalou 2.500 km na América do Norte e trabalhou como guia de vulcões na Nicarágua. É membro pioneiro da rede Couchsurfing, fala 5 idiomas e atualmente está escrevendo seu primeiro livro de memórias.

logo-semtexto-50px

Capilla del Hombre: a obra-prima de Guayasamín

Localizada em Quito, a Capilla del Hombre é a obra máxima de Oswaldo Guayasamín, considerado o maior artista equatoriano de todos os tempos. É uma homenagem ao ser humano, especialmente à luta e sofrimento do povo latino-americano. Este projeto foi considerado prioritário para a Cultura pela UNESCO e como Patrimônio Cultural do Estado Equatoriano pelo governo do país.


Continue lendo Capilla del Hombre: a obra-prima de Guayasamín

Como é mergulhar em Fernando de Noronha

Primeiramente, preciso dizer que mergulhar em Noronha foi uma das coisas mais fantásticas que já fiz na vida. Eu já havia nadado com arraias no Caribe. Já tinha dado de cara com tartarugas em diversos lugares do mundo. Na Indonésia, vi enormes cardumes de peixes coloridos e algumas moréias. Agora, ver tudo isso no mesmo mergulho, e ainda ser acompanhado por golfinhos no caminho, só mesmo em Fernando de Noronha.

noronha-6 Continue lendo Como é mergulhar em Fernando de Noronha

Em menos de 24 horas, o primeiro perrengue

Hoje dá até pra rir da situação, mas à época não foi nada engraçado.

No dia 19 de novembro de 2016, quando mal havíamos cruzado a primeira fronteira, nosso amigo de quatro rodas decidiu nos deixar na mão.

Isso mesmo: o Papa-Léguas (ou talvez Coiote seja mais apropriado) enguiçou pela primeira vez com menos de 24 horas fora do Brasil. Havíamos iniciado a viagem de carro apenas 1.093 km antes, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul.

Parecia pegadinha do Mallandro…

Continue lendo Em menos de 24 horas, o primeiro perrengue

Visitando Chavín de Huántar

No primeiro post sobre Huaraz e a Cordilheira Branca falei sobre a aventura que foram os 41 km do Trekking Santa Cruz. Neste, falarei sobre uma atração cultural, também próxima de Huaraz e que serve como complemento para uma estadia na bela Cordilheira Branca.

Estou falando de Chavín de Huántar, um sítio arqueológico reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade desde 1985, local de culto de uma das mais significativas civilizações pré-incaicas. Continue lendo Visitando Chavín de Huántar